Em minha visão de mundo enquanto pessoa criada nos moldes dos anos 90, vi vários momentos de ressignificação, como o que conclui sobre a importancia do marketing durante a quarentena que estamos vivendo.

Por exemplo, vi que pequenos produtores de serviços (mercadinhos de bairro) acabam tendo maior ida de clientes do que os centros com melhor infraestrutura. Evidente que neste momento não estou comparando uma rede de supermercados à uma mercearia.

Mas o que faz alguém deixar de comprar o melhor produto encontrado há metros de casa para ir numa rede localizada à quilômetros de distância? Será que existe algo além do próprio ‘conforto’?

A “ação” do Marketing

Neste período pandêmico ainda se vê grandes redes ‘lotadas’, nota-se peregrinações, entendidas como desnecessária para compras que poderiam ser feitas e entregues a domicilio. Neste momento, convido então para refletirmos essa situação com o olhar do marketing.

Uma das compreensões do marketing é o estudo da interação do consumidor perante o mercado e o comportamento das empresas diante às mudanças dos consumidores. E qual mudança mais impactante do que a pandemia?

Entretanto, ainda não é visto o poder de inovação e investimento de pequenas indústrias no marketing; E que neste caso, vai muito além de interação em redes sociais. Pelo que parece, os pequenos produtores se veem ‘a mercê do acaso, e não pensam na transformação de seus negócios’ esperando que os consumidores comprem deles sem apresentar diferencial.

Em contra partida, o consumidor ainda não despertou seu poder de consumo ao coletivo e aparentemente ainda não viu que o produtor precisa de ‘empurrãozinho; E neste ponto, como consumidores podemos apresentar necessidades de solução. Podemos interagir, ao conforto de nossas redes sociais por transformação e com isso passar deste período de quarentena.

Ao que tudo indica, essa quarentena veio para moldar todas novas formas de posicionamento (pessoais, sociais, comerciais). Por essa razão, é necessário entender que o ‘marketing do fim do mundo’ é feito para que surja ‘um novo mundo após o fim’. Para pensarmos em soluções sociais e passarmos de apenas consumidores para tornamos ‘desbravadores da nova terra digital’.

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