Bate-papo com managers do eSports na CPBR 2018

Durante todos os dias da 11º edição da Campus Party Brasil aconteceu ao vivo o Programa eSport Business apresentado por Moacyr Alves, um dos bate-papos mais aguardados do evento foi com os managers do eSports.Durante todos os dias da 11º edição da Campus Party Brasil, aconteceu ao vivo o Programa eSport Business apresentado por Moacyr Alves.

Um dos bate-papos mais aguardados do evento foi com os managers do eSports.

Dessa vez, Moacyr contou com a presença de Guilherme Camargo (Centro de Excelência em eSports), Leonardo Di Prado (ex Team One), Diogo Hamad (Bootkamp Gaming) e Lefevre Marback (DT3 Sports).

Foram cerca de 30 minutos onde os cinco discutiram sobre as dificuldades e oportunidades de serem empresários dentro do mundo dos games.

Ao longo da conversa, foi comentado sobre o crescimento financeiro dos times, a chegada de novos patrocinadores, o crescimento de mulheres nos jogos e como será o futuro dos eSports.

Quem são os managers do eSports?

Guilherme Camargo é CEO da DigToten e um dos responsáveis pela criação do Centro de Excelência em eSports CEXeS, que fica no Rio de Janeiro.

A parceria com a Andef (Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos), possibilitou a criação do centro.

O Centro de Excelência será um local com estrutura de alto nível para receber atletas de eSports com profissionais preparados para atende-los e dar suporte a carreira dos jovens atletas.

Leonardo Di Prado é um dos responsáveis pelo Team One ganhar praticamente tudo no ano passado, e após ganharem o CBLoL ele optou pela saída para formar o seu próprio time.

Já Diogo Hamad é um dos responsáveis pela Bootkamp Gaming, time no qual possuí um dos melhores centros de treinamento atualmente com estrutura totalmente incrível e profissionais capacitados.

Atualmente a Bootkamp Gaming vem investindo em seu time feminino de CS:GO, que vem se destacando no mercado.

Eles também dão oportunidades para os times amadores que estão começando agora.

Lefevre Marback é gerente de marketing na DT3 eSports, uma das principais empresas patrocinadores dos jogos virtuais, que está criando cadeiras e acessórios para todos os tipos de gamers.

O que falta hoje no Brasil para o crescimento dos eSports?

Por ser um mercado novo aqui no país, uma das principais principais dificuldades é trazer empresas de outros segmentos para patrocinarem os times e trazerem monetização para o esporte no geral.

Hoje ainda falta muito dinheiro para que os times consigam se bancar sozinhos da forma que deveria estar sendo feita, com estruturas no padrão americano e profissionais que devem cuidar dos atletas, hoje poucos times conseguem isso.

Durante todos os dias da 11º edição da Campus Party Brasil aconteceu ao vivo o Programa eSport Business apresentado por Moacyr Alves, um dos bate-papos mais aguardados do evento foi com os managers do eSports.Mesmo com o interesse das empresas no mundo de eSports, segundo eles ainda falta um pouco de comprometimento das pessoas que estão trabalhando para que os projetos saiam em boa qualidade.

Na final do CBLoL do ano passado a Team One teve como patrocínio pontual a Fanta Guaraná, e é isso que ainda falta no mercado, empresas grandes como esta investindo não só em um jogo, mas na temporada inteira ou várias temporadas.

Nesta fase de crescimento dos eSports no Brasil e com a vontade de cada vez mais jovens querem se tornar jogadores virtuais, teremos que ter cada vez mais de profissionais capacitados a apoiar essas crianças e isso irá precisa de apoio financeiro.

Na minha opinião ainda também falta um grande apoio do governo brasileiro, que em nenhum momento demonstra interesse em apoio contínuo neste mercado.

Confira foi o bate-papo completo deles no vídeo abaixo:

Caio Lourenço

Estudante de Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela Faculdade de Tecnologia de Carapicuíba