Para contar um pouco sobre essa edição trago mais uma entrevista do #EuCampuseiro, na qual sempre converso com alguém sobre tudo que aconteceu no evento.

O mês de Fevereiro e nos deixou muitas saudades. Uma delas é a Campus Party Brasil, que neste ano teve a sua 12º edição.

Então para contar um pouco sobre essa edição trago mais uma entrevista do #EuCampuseiro, em que sempre converso com alguém sobre tudo que aconteceu nos 5 dias. do evento.

A entrevista dessa edição foi com a Brenda, mais conhecida com “Bren”, que tem 21 anos e é moradora da Zona Leste de São Paulo. Atualmente ela estuda Ciência da Computação e trabalha como desenvolvedora na área de inovação em uma empresa do ramo da saúde.

Agora acompanhe um pouco no nosso bate-papo:

Campuseiros

Ctrl Zeta: É a primeira vez que você participa da Campus Party?
Sim. E já me apaixonei!

Ctrl Zeta: Por que decidiu acampar? O que os seus amigos e familiares pensam sobre isso?
Eu acredito que 24h on te deixa com aquela sensação de adrenalina a todo momento, e também acho que tem muito o estilo da Campus 24h: no ar. Minha mãe não gostou da ideia não.Queria saber de tudo, se era seguro ou não, mas o meu problema maior foi conciliar com o trabalho.

Ctrl Zeta: O que é a Campus Party para você?
Na Campus eu pude conhecer pessoas que quero levar para vida toda. Fiz contato com muitas outras que irão agregar no meu conhecimento acadêmico e até mesmo profissional. Além disso, tive acesso em tantas palestras, que nem sei se seria possível ir em tantas sem ser por esse meio.
A Campus significa conhecimento, amizade, diversão, desafios, e claro, BRINDES.

Ctrl Zeta: O que mais você gostou nessa edição da Campus?
R: Fora os amigos que fiz, adorei a experiência de ficar em um ambiente onde não somos repreendidos seja pela roupa ou pelo gosto musical. Me senti em casa.

Ctrl Zeta: Qual atração você mais gostou na Arena Campus?
As palestras,acima de tudo, e do cineminha de madrugada.

Ctrl Zeta: E na Open Campus, o que mais gostou?
AMEI o pessoal das startups que estavam lá para conversar com a gente e procurar recursos para manter seus projetos. Também gostei do pessoal do Sebrae que colocou uma baladinha marota.

Para contar um pouco sobre essa edição trago mais uma entrevista do #EuCampuseiro, na qual sempre converso com alguém sobre tudo que aconteceu no evento.

O que deu certo e o que não deu?

Ctrl Zeta: Pode me dizer um ponto positivo e outro negativo sobre essa Campus Party?
Positivo: É incrível como todos são acessíveis na Campus, da mesma forma que eu encontrava um Campuseiro na arena eu encontrei o Tônico, o pessoal do Diva Depressão e isso é muito legal, já que você consegue conhecer novas perspectivas de experiências e outras histórias de vidas.

Negativo: Acredito que por ter sido feito um local novo, pela primeira vez no Center Norte, já que as coisas estavam um pouco desarrumadas.
As informações, por exemplo.Você perguntava uma coisa para algum staff ele te respondia A, e quando perguntava a mesma coisa para outro staff a resposta já era Z.

Para contar um pouco sobre essa edição trago mais uma entrevista do #EuCampuseiro, na qual sempre converso com alguém sobre tudo que aconteceu no evento.

Ctrl Zeta: Se você pudesse mudar algo que aconteceu durante estes dias, o que seria?
O último dia, que foi a hora de ir embora porque foi bagunçado. Ali, eu entendi que as coisas podem tomar um rumo que nem mesmo o organizador espera, mas isso marca um pouquinho na experiência.

Ctrl Zeta: Para você, o que foi mais importante nesta Campus Party: aprender novas tecnologias ou fazer network?
Fazer network, sem dúvida. Acredito que por meio do network você tem troca de conhecimento, e assim acaba conhecendo novas tecnologias.

Ctrl Zeta: Qual foi a sensação de passar todos os dias longe de casa para ficar em uma barraca rodeada por pessoas desconhecidas?
COMO QUE FAZ PRA FAZER NOVAMENTE ? Eu amo esse tipo de experiência, já que sou um pouquinho ligada no 220. Então eu amo gente diferente para conhecer e encarei isso como uma oportunidade de conhecer novas pessoas.

Avaliação da #CPBR12

Ctrl Zeta: De 0 a 10, qual a nota que você daria para a Campus Party nos quesitos de organização, segurança, limpeza, atrações e inovação? E por quê?

Organização: 7. Pelo ocorrido no último dia e afins, mas acredito que isso foi só uma fase de “conhecer o local”, desentendimento tem em todos os lugares e vejo que isso é só uma forma de escutarem nossa comunidade e melhorarem nesse aspecto.

Segurança: 6. Por mais que alguns seguranças estivemos realmente fazendo seu trabalho e revistavam até a alma da pessoa, outros nem olhavam a mochila por exemplo e isso facilita a ação de pessoas com más intenções.

Limpeza: 9. Os banheiros que eu fui sempre estavam quase sempre limpinhos, com uma situação ou outra de estar entupido ou sujo.E também, vale ressaltar que deixar a Campus limpa é responsabilidade de todos né! Por favor Campuseiro, colabore! Então se você que come cup noodles e deixa o potinho na bancada, desejo que sua internet trave no jogo online.

Atrações: 10. Eu amei todo conteúdo que consegui absorver, teve até coisas que eu não consegui ir, já que tinham muitas palestras no mesmo horário.

Inovações: 8, amei os palcos e todo o ambiente, mas acredito que poderiam ter apostado um pouco mais.

Qual o recado do #EuCampuseiro de hoje?

Para contar um pouco sobre essa edição trago mais uma entrevista do #EuCampuseiro, na qual sempre converso com alguém sobre tudo que aconteceu no evento.

Ctrl Zeta: Qual o recado que você daria para as pessoas que nunca vieram ou nunca tiveram a oportunidade de participar da Campus Party?

Não levem em consideração os comentários maldosos sobre a #CPBR12.Aconteceu um incidente sim, mas como eu disse o pessoal é super acessível, o Tônico ouviu e respondeu todos (ou boa parte) dos tuites que foram enviados sobre o que aconteceu.

Enfim, recomendo que venha e tire você mesmo a conclusão sobre essa experiência, foi a primeira vez que eu fui e não pretendo parar de ir e como já estão dizendo: VEM CPBR2020 !!.

Revisado por Ana Carolina.

About The Author

Estudante de Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela Faculdade de Tecnologia de Carapicuíba

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