Para filhos jogadores, existem mães executivas!

Durante a Campus Party Brasil 2018 aconteceu a estréia do programa Programa eSport Business, apresentado por Moacyr Alves, da Talent Experts, e uma das principais conversas com o apresentador foi das mães executivas no eSports.Durante a Campus Party Brasil 2018 aconteceu a estréia do Programa eSport Business, apresentado por Moacyr Alves, da Talent Experts.

O programa eSport Business foi criado pela Talent Experts para realizar entrevistas e debates sobre o mundo dos negócios dentro do eSports. Com um estande próprio na Academia Gamers, o programa contou com entrevistas ao vivo e diversas personalidades dos games.

Uma das principais conversas com o apresentador foi sobre as mães executivas no eSports. No dia 2 de Fevereiro, foi a vez de Moacyr bater papo não com os jogadores, e sim com suas mães.

E as convidadas foram Adriana Piller, Kênia Toledo e a Caterina Capitani, ou somente Cate como gosta de ser chamada.

Quem é mãe de quem? Durante a Campus Party Brasil 2018 aconteceu a estréia do programa Programa eSport Business, apresentado por Moacyr Alves, da Talent Experts, e uma das principais conversas com o apresentador foi das mães executivas no eSports.

Adriana é mãe do Felipe Noronha, mais conhecido como Yoda, streamer e jogador de LoL. Ela é especialista em Administração e Marketing Esportivo há mais de 25 anos. Atualmente ela é sócia do filho em vários projetos.

Já Kênia é mãe do Gabriel Toledo, ou simplesmente FalleN, um dos principais jogadores de Counter Strike do mundo. Kênia atua como CEO das empresas GA Store e GFallen, que tem como sócio o seu filho.

Cate não é só mãe como também sogra de jogadores. Sua filha é a Giuliana Capitani, a Caju, uma das principais influenciadoras do cenário, ela também é empresaria há 5 anos do Felipe Gonçalves, o brTT, jogador de LoL.

As três estiveram em um bate papo muito descontraído com o Moacyr, contando suas histórias no mundo dos gamers e também as dificuldades que tiveram.

Como deixaram de ser apenas mães, para se tornarem mães executivas

Todas elas contam como foi o impacto quando os seus filhos contaram que decidiram abandonar os estudos e até mesmo carreiras profissionais para serem jogadores de esportes virtuais.

No início não conheciam a dimensão do mercado dos games e após aceitarem a decisão dos filhos, foram estudar sobre como funcionava e como poderiam ajuda-los.

Foi assim que surgiram as mães executivas. Todas elas já trabalhavam ou conheciam o mundo dos negócios, o que fez com que se tornasse mais fácil adentrar nesse mundo, e esse apoio fez com que os seus filhos passassem a pensar somente nos jogos.

E elas vão além

O que muitos não sabem é que, além de estarem agenciando a carreira de seus filhos ou cuidando de empresas do setor dos games, elas estão lutando pela regulamentação do eSport e profissionalização dos jogadores profissionais.

Como em qualquer outro esporte convencional, essas mães executivas estão auxiliando muito bem os seus filhos a estarem 100% focados. Elas inclusive fazem campanhas para que outras mães passem também a apoiar os seus filhos a se tornarem grandes jogadores.

Quer ver mais como foi o bate papo? Assiste lá no canal da Talent Play:

 

Caio Lourenço

Estudante de Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela Faculdade de Tecnologia de Carapicuíba