Em fevereiro o Ministério Público do Estado de São Paulo surpreendeu a todos anunciando uma parceria com a Microsoft, parceria na qual pretende diminuir o cibercrime no estado.

Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil, assina acordo de cooperação com o MPSP ao lado de Gianpaolo Smanio (à direita), procurador-geral de Justiça do Estado de São Paulo, e Bruno Miranda, advogado da Microsoft

Em fevereiro o Ministério Público do Estado de São Paulo surpreendeu a todos anunciando uma parceria com a Microsoft, parceria na qual pretende diminuir o cibercrime no estado.

A iniciativa terá como objetivo educar a população sobre o tema e também capacitar os promotores de justiça do estado sobre como lidar com casos do tipo.

Os especialistas da Unidade de Crimes Digitais (DCU) da Microsoft irão elaborar os treinamentos, no qual os promotores serão capacitados na utilização de diversas ferramentas que irão facilitar as investigações.

De início os treinamentos serão sobre computação forense, computação em nuvem e até mesmo Big Data.

Na fase inicial, a Microsoft irá enviar aos MPSP relatórios que mostram o cibercrime pelo país. A empresa também disponibilizará informações de como os criminosos usam malwares e as vulnerabilidades.

Esses dados são coletados através de dispositivos que utilizam o sistema operacional Windows ao redor do mundo e a empresa possui total poder sobre a utilização, desde que não passe por cima de nenhuma lei.

Você sabe o que é cibercrime?

O cibercrime ou crime virtual são os crimes que envolvem atividades ou práticas ilícitas na internet.

Essas atividades podem ser:

  • invasões de sistemas,
  • roubos de dados pessoais,
  • envio proposital de vírus,
  • acesso a informações confidenciais pessoais ou empresariais
  • e até mesmo falsidade ideológica.

Esses crimes virtuais também podem acontecer com crimes convencionais, quando são realizados através de um dispositivo eletrônico ou quando alguma ação digital foi utilizada em sua prática.

A maior dificuldade para combate-los é a falta de leis e punições eficientes na luta contra os crackers. Vale ressaltar que essa deficiência não ocorre somente no Brasil, como em outros países.

Vamos ver alguns dos principais crimes cometidos virtualmente:

  • Pornografia Infantil
  • Lavagem de dinheiro
  • Ciberterrorismo
  • Ciberativismo
  • Roubo

Além desses, existem mais diversos crimes que são cometidos pela internet. Mais para frente eu posso fazer um post explicando sobre cada um e dando dicas de como se proteger deles.

Isso vai acabar com os crimes virtuais?

Em fevereiro o Ministério Público do Estado de São Paulo surpreendeu a todos anunciando uma parceria com a Microsoft, parceria na qual pretende diminuir o cibercrime no estado.Aqui não vou escrever citando referências ou fatos estatísticos, darei a minha opinião como um profissional de tecnologia e como um estudante de gestão pública.

Então não leve em consideração totalmente a risca, a exposição do meu pensamento não diz que será exatamente desta forma.

Enfim… Eu acredito ser muito difícil acabar com o cibercrime, tendo em vista que diversas ações já foram realizadas para acabar com o crime convencional e continua da mesma forma.

Vivemos em um país que vive em torno de dinheiro, e os crimes virtuais facilitam ainda mais que novos criminosos surjam. Estes criminosos podem não ser tão perigosos, porém são mais “inteligentes” que os assaltantes comuns.

Com o avanço da tecnologia, o acesso à informação e novos cursos estarem surgindo, pessoas de má fé estão se aproveitando de inocentes e causando danos financeiros e psicológicos em suas vítimas.

Mas com uma ação deste tipo, ainda mais entre o MPSP e uma empresa grande como a Microsoft, será possível identificar mais rápido estes criminosos, antes que coisas piores aconteçam.

Então quando o projeto estiver completamente alinhado, será perceptível a diminuição dos cibercrimes por todo estado.

E tendo êxito, quem sabe isso não pode ser levado para o resto do Brasil?!