Vivemos em um mundo hoje, onde é inegável que o capitalismo predomina. Tudo se compra, muito dinheiro é investido, e isso ocorre com maior frequência na área de tecnologia.

Computadores,  softwares, eletroeletrônicos e os famosos e tão modernos smartphones são algumas invenções que fazem parte dessa área .  Boa parte dos aplicativos,  componentes de computador e softwares usados nessa plataforma são pagos, e caríssimos por sinal. E além disso, os códigos-fonte desses softwares não são liberados, ou seja, não é possível mexer no programa que você utiliza.

Em um mundo “dominado” pela Microsoft, onde tudo é pago, algumas alternativas foram inventadas para

Logo do conceito Open Source

Logo Open Source (Foto: DIVULGAÇÃO)

facilitar o gerenciamento dos preços, como a compra de “pacotes”, aluguel de softwares, dentre outras diversas alternativas. Mas isso nos leva a pensar: Será que ninguém nunca pensou em criar softwares gratuitos? E porque não fazer um programa onde as pessoas pudessem manusear o código e adaptar da maneira que quisessem?

Claro que isso foi pensado e aplicado, e surgiu o chamado Open Source, ou “Código Aberto“.

Voltando para o final da década de 90, mais especificamente no ano de 1998, quando em uma reunião com pessoas de importantes instituições da época, os integrantes decidiram fazer com que essa ideia, já projetada e pensada, pudesse ser repassada ás empresas e canais de comunicação da época, de uma forma mais comercial, a fim de evitar o discurso ético de sempre.

Partindo daí, esse tipo de serviço foi crescendo cada vez mais, juntamente com o principal sistema operacional que tem um objetivo parecido: o Linux. Sendo assim, as proporções foram aumentando e, muitas empresas hoje em dia utilizam programas que possuem código aberto, principalmente por ser de fácil adaptação, em relação aos objetivos da empresa.

Falando da questão empresarial, as vantagens de aplicar programas do tipo Open Source são diversas, como a segurança, a garantia da continuidade no futuro, baixo custo de implementação e mão de obra, etc. O maior desafio, é convencer os clientes que ainda não confiam nesse programa.

Essa foi apenas uma introdução ao Open Source, mas,  em relação ás aplicações, instituições e relações com outras organizações… Isso já é papo para outro momento!

Sobre quem escreve

18, estudante de sistemas para internet. Fascinado por tecnologia e colunista do Ctrl Zeta!

Posts Relacionados