Fala galera, beleza? “Caraca” quase não sai o post, mas aqui estou eu para falar de um workshop que participei sobre Design Sprint promovido pela Coletividad.

Acho que você se lembra da Carla de Bona. Sim, isso mesmo, aquela moça que fala rápido pra caramba, mas que te “enche” de conhecimento.

O que é design sprint?

É uma metodologia que coloca o usuário no centro de tudo. É uma das metodologias ágeis para trabalhar com design.

E dava até para imaginar que esse método foi desenvolvido pela Google Ventures. Se você não conhece a Google Ventures, saiba que ela é um braço do Google que busca acelerar empresas que possam ter futuro, um exemplo é a Uber.

A ideia é criar e prototipar um projeto em cinco dias com o objetivo de verificar a viabilidade da ideia, ao invés de gastar um tempo gigantesco e depois perceber que não era tão boa assim.

No final, o design sprint tem o objetivo de acelerar a curva de aprendizado e testar a hipótese rapidamente.

As etapasWorkshop: design sprint com a Carla de Bona

 

Mas, não coloque a carroça na frente dos bois, como diria a senhora minha mãe, para tudo temos etapas e no design sprint não seria diferente. Então vamos às etapas.

Como você viu na imagem temos cinco passos e eu vou tentar explicar cada um deles.

Entender/Definir

O primeiro passo da jornada (que cá entre nós é curta) é entender o problema como um todo, para isso, os membros da equipe devem compartilhar seus conhecimentos sobre o problema.

Divergir

Essa é a hora de deixar a criatividade fluir, quanto mais ideias melhor e mesmo que pareça loucura, a ideia deve ser registrada.

O objetivo desta etapa é estimular o indivíduo a criar, sozinho, uma solução para o problema, e dessa forma eliminar o problema que pessoas acanhadas enfrentam quando precisam expor ideias.

Decidir

Agora você tem um caminhão de ideias, mas terá que escolher uma, sem falar que os outros membros também têm uma tonelada de ideias. Aqui, a dinâmica de grupos também atrapalha, para isso o design sprint usa uma técnica chamada dot voting.

Prototipar

Hora de por a mão na massa e, ao final do dia, ter um protótipo de média/alta fidelidade. Sim, média para alta, pois os usuários reais irão testar.

Validar

Essa é a hora da verdade, a ideia é boa ou não?

Os usuários irão te dar o feedback do produto e você vai ficar suando frio até ouvir se é boa ou não.

Se a resposta for positiva, será como o gol da vitória na final da copa do mundo contra a Argentina, mas se você receber um feedback negativo, vai se lembrar dos 7X1.

Mas, não ache ruim ter um feedback negativo. Afinal, é melhor perder cinco dias do que noventa em um produto que pode atingir o mesmo resultado.

E como o design sprint, esse post foi rapidinho, se você curtiu não esqueça de compartilhar.

Sobre quem escreve

Colunista

Ah! Eu sou esse cara da foto ai, e falar de mim? Não curto, deixa você tirar suas próprias conclusões! Bora viver a vida!

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